DIAGNÓSTICO DE FRAGILIDADE AMBIENTAL POTENCIAL EM SERRA SUBÚMIDA DO BIOMA CAATINGA: MUNICÍPIO DE PEREIRO, CEARÁ, BRASIL
DOI:
https://doi.org/10.48025/ISSN2675-6900.v7n3.2026.477Palavras-chave:
Fragilidade potencial, Planejamento ambiental, Geoprocessamento, Município de PereiroResumo
A pesquisa teve como objetivo identificar a Fragilidade Ambiental Potencial do Município de Pereiro, no Ceará, por meio do método de Análise Empírica dos Ambientes Naturais e Antropizados proposto por Ross, 1994. Para isto, foram trabalhados três parâmetros físicos: geomorfologia, solos e pluviometria. Para cada uma destas, o referido autor estabelece uma classe de fragilidade. Estas informações, em formato de shapefile, foram classificadas com seus devidos valores, convertidas por meio de rasterização, e calculadas através da ferramenta calculadora raster do software QGIS versão 3.16.0 with GRASS 7.8.4, obtendo a média aritmética das mesmas. O resultado final mostra o mapa de Fragilidade Ambiental Potencial da área de pesquisa. Foram identificadas três diferentes classes de fragilidade: Média, Forte e Muito Forte. Este estudo serve como subsídio ao planejamento e gestão ambiental no Município de Pereiro, Ceará.
Referências
ALBUQUERQUE, D. S., e SOUSA, M. L. M. de. Análise Geoambiental como subsídio ao planejamento no município de Pereiro/Ceará/Brasil. Revista Equador (UFPI), Vol. 8, Nº 2, p.348 – 364, 2019.
BERTRAND, G. Paisagem e Geografia Global: Esboço Metodológico. R. RA ‘E GA, Curitiba, n.8, p. 141-152, 2004. Editora UFPR.
BRASIL. Ministério das Minas e Energia. Secretaria Geral. Projeto RADAMBRASIL. Levantamento de Recursos Naturais. v. 23, Folhas SB 24/25 Jaguaribe/Natal; Rio de Janeiro, 1981. 744 p.
IPECE. Perfil básico municipal Pereiro, 2012.
CLAUDINO-SALES, V. de. Megageomorfologia do Estado do Ceará: História da Paisagem Geomorfológica. Novas Edições Acadêmicas. 2016.
EMBRAPA. Sistema Brasileiro de Classificação dos Solos. Disponível em: https://www.embrapa.br/solos/sibcs. Acesso em: 21 set. 2023.
FITZ, P. R. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo, Oficina de Textos, 2008. 160 p.
FLORENZANO, T. G. (Org.). Geomorfologia: conceitos e tecnologias atuais. Oficina de Textos. São Paulo. 2008.
KAWAKUBO, F. S. et al. Caracterização empírica da fragilidade ambiental utilizando geoprocessamento. Anais XII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, Goiânia, Brasil, 16-21 abril 2005, INPE, p. 2203-2210.
MARTINS, J. G. CLAUDINO-SALES, V. de. Paisagem Geomorfológica e Geografia Ambiental do Maciço do Pereiro, Estado do Ceará, Nordeste do Brasil. Revista Equador (UFPI), Vol. 8, Nº 1, p.01-25, 2019.
NASCIMENTO, F. R. do. O fenômeno da desertificação. Goiânia, Editora UFG, 2013. 244 p.
NASCIMENTO. F. R. do; SAMPAIO. J. L. F. Geografia física, geossistemas e estudos integrados da paisagem. Revista da Casa da Geografia de Sobral, Sobral, v.6/7, n.1, p. 167-179, 2004/2005.
PASCOAL, P. G. F. Fragilidade Potencial do Município de Pereiro, Ceará. Trabalho de conclusão de curso (Graduação) – Universidade Estadual do Ceará. 87 f. Limoeiro do Norte, 2024.
PINHEIRO, F. S. de A. Vulnerabilidade à erosão e morfodinâmica na bacia hidrográfica do rio Figueiredo, CE. 171 f. Tese (Doutorado) – Programa de Pós-graduação em Geografia do Centro de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual do Ceará. Fortaleza, 2015.
PIRES, L. do C. Et al. Análise da fragilidade ambiental no município de Aquidauana-MS. Caderno de Geografia, v.25, n.43, jan-jun, p. 52-65. Belo Horizonte, 2015.
ROSA, M. R., ROSS, J. L. S. Aplicação de SIG na geração de cartas de fragilidade. Revista do Departamento de Geografia, n. 13, 1999.
ROSS, J. L. S. Geomorfologia, Ambiente e Planejamento. Editora Contexto, São Paulo, 1990.
ROSS, J. L. S. Análise Empírica da Fragilidade dos Ambientes Naturais e Antropizados. In: Revista do Departamento de Geografia, n°8, FFLCH-USP, São Paulo, 1994.
ROSS, J. L. S. Análise e Síntese na Abordagem Geográfica da Pesquisa para o Planejamento Ambiental Revista do Departamento de Geografia, n°9, FFLCH-USP, São Paulo, 1995.
SOUZA, M. J. N. Bases naturais e esboço do zoneamento geoambiental do estado do Ceará. In: LIMA, L. C., MORAIS, J. O. de, SOUZA, M. J. N. de. Compartimentação territorial e gestão regional do Ceará. Editora FUNECE. Fortaleza, 2000. P. 13-98.
SPÖRL, C. Análise da fragilidade ambiental relevo-solo com aplicação de três modelos alternativos nas altas bacias do Rio Jaguari-Mirim, Ribeirão do Quartel e Ribeirão da Prata. 165 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Geografia, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2001.
SILVEIRA, C. T. da, OKA-FIORI, C. Análise empírica da fragilidade potencial e emergente da bacia do rio Cubatãozinho, estado do Paraná. Caminhos da Geografia, v.8, n.22, set, p. 1-17. Uberlândia, 2007.
SOTCHAVA, V.B. O Estudo dos Geossistemas-Métodos em Questão. n° 16, IGEOG/USP, São Paulo, 1977.
TORRES, F. T. P.; NETO, R. M.; MENEZES, S. de O. Introdução à Geomorfologia. São Paulo, Cengage Learning, 2012. 322 p.
TRICART, J. Ecodinâmica. FIBGE, Rio de Janeiro, 1977.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Paula Giselle Ferreira Pascoal, Flávio Rodrigues do Nascimento

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem a William Morris Davis o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Attribution License (CC-BY 4.0), que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) após o processo editorial, já que isso pode aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
- Autores são responsáveis pelo conteúdo constante no manuscrito publicado na revista.

