//williammorrisdavis.uvanet.br/index.php/revistageomorfologia/issue/feed William Morris Davis - Revista de Geomorfologia 2024-01-02T11:49:13-03:00 José Falcão Sobrinho falcao.sobral@gmail.com Open Journal Systems <p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A William Morris Davis é uma revista científica digital do Programa de Pós-<br />graduação em Geografia (Mestrado Acadêmico) da Universidade Estadual Vale do Acaraú (MAG-UVA), Ceará, e tem como objetivo ampliar em nível nacional e<br />internacional a publicação de artigos em geomorfologia, como forma de incentivar o crescimento desse ramo da ciência geográfica, bem como dar vazão a produção nacional e internacional sobre o tema.</span></span></p> <p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O americano William Morris Davis foi professor de Geografia da </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Universidade Harvard (situada em Boston, Massachussets, EUA), entre o final do século XIX e o início do século XX. É considerado o “pai” da geomorfologia, e ficou conhecido pel</span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">a</span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> elaboração do chamado “Ciclo de Erosão” (“Ciclo Geográfico” ou “Ciclo de Davis”), teoria que tem como hipótese, de forma simplificada, a evolução do relevo em etapas sucessivas, denominadas juventude, maturidade, senilidade. Com as teorias sobre pediplanação, e após a descoberta da Tectônica de Placas, o “Ciclo de Erosão” ficou desatualizado em diversos aspectos, mas guarda ainda muitos elementos importantes para a análise da evolução da paisagem geomorfológica, tal qual o papel da estrutura geológica e da tectônica na produção de grandes volumes de relevo. A Geomorfologia hoje, mais de um século depois do “Ciclo de Erosão”, apresenta uma diversidade e uma complexidade que Davis nunca imaginou, mas guarda a magia que ele vivenciou. William Morris Davis foi a inspiração inicial para a produção científica que trata do relevo, e a Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA) presta aqui sua homenagem a esse grande cientista, na forma da publicação da “Willliam Morris Davis – Revista de Geomorfologia”. Senhores e senhoras geomorfológos e geomorfólogas, sejam bem-vindo(a)s.</span></span></p> //williammorrisdavis.uvanet.br/index.php/revistageomorfologia/article/view/264 RELIEF IN GEOGRAPHY TEXTBOOKS: SOME DISCUSSIONS / RELEVO NO LIVRO DIDÁTICO DE GEOGRAFIA: ALGUMAS DISCUSSÕES 2024-01-02T11:30:01-03:00 EDUARDO RAFAEL FRANCO DA SILVA eduardo.rafael123@yahoo.com.br RAIMUNDO LENILDE DE ARAÚJO raimundolenilde@gmail.com <p>conteúdo relevo apresenta diversas significações e formas de abordagem, ao ser submetido ao texto pedagógico assume características e reproduz discursos específicos. A opção pela análise do livro didático se deu devido, reconhecer o mesmo como um recurso didático capaz de produzir, reproduzir e dissolver realidades e por muitas vezes ser o único recurso didático utilizado nas aulas de geografia. O objetivo geral definiu-se em identificar a presença e a qualidade do conteúdo relevo nos livros didáticos de Geografia do 8º e 9ºº ano, ensino fundamental-anos finais, adotados em Teresina-PI, para o quadriênio 2020-2024. Por sua vez, os objetivos específicos visam analisar a dimensão do tema relevo nos conteúdos de Geografia, na coleção de livros didáticos de Geografia do Ensino Fundamental anos finais, recomendados pelo Ministério da Educação/Plano Nacional do Livro Didático 2020 que estão sendo utilizados na Rede Municipal de Ensino de Teresina-PI; verificar se a temática relevo nos livros didáticos do Ensino Fundamental anos finais, dialogam com a proposta curricular nacional a fim de apresentar ao leitor possíveis semelhanças e dissonâncias entre o texto curricular produzido pelo Ministério da Educação. Para alcançar os objetivos propostos adotou-se pelo método dialético, procedimento metodológico a pesquisa do tipo bibliográfica e devido a sua natureza multidimensional a abordagem qualitativa, e o método de análise de conteúdo proposto por (Bardin, 1977), como apoio teórico metodológico. A leitura do relevo no livro didático de Geografia oportunizou a discussão da temática e percebeu-se que a mesma ainda está vinculada em grande parte à descrição compartimentada dos aspectos naturais destaque, para os livros do oitavo e nono ano.</p> 2024-01-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 EDUARDO RAFAEL FRANCO DA SILVA, RAIMUNDO LENILDE DE ARAÚJO //williammorrisdavis.uvanet.br/index.php/revistageomorfologia/article/view/262 THE RELIEF OF THE MUNICIPALITY OF MASSAPÊ, CEARÁ, BRAZIL / O RELEVO DO MUNICÍPIO DE MASSAPÊ, CEARÁ, BRASIL 2024-01-02T10:26:44-03:00 VANESSA CAMPOS ALVES vcalves.fccosta@gmail.com BRUNA LIMA CARVALHO brunanelore@gmail.com NAYANE BARROS SOUSA FERNANDES nayanebsousa@gmail.com JOSÉ FALCÃO SOBRINHO falcao.sobral@gmail.com <p>O mapeamento geomorfológico torna possível a representação gráfica e espacial das formas de relevo e a correlação com características e distribuição de elementos físicos-naturais, permitindo que se compreenda as dinâmicas e interação entre o ambiente e as atividades humanas. O trabalho possui como objetivo realizar o mapeamento do relevo chegando aos níveis das feições das formas geomorfológicas de forma integrada, no Município de Massapê/Ce. O estudo tem como base teórica e metodológica a classificação taxonômica de Ross (1992), a qual foi proposta para ambientes úmidos, desta forma teve-se adaptação com a metodologia da CPRM (2011). Com relação aos resultados obtidos, o mapeamento do relevo apresentou a morfoestrutura do embasamento cristalino, em termos de morfoescultura apresentou a Superfície Sertaneja e o Maciço Cristalino da Meruoca. Do ponto de vista do modelado, as unidades morfológicas apresentadas são: As serras secas e subúmidas, serras úmidas pré-litorâneas e planície fluvial do rio Acaraú. Os tipos de formas de relevos correspondem as superfícies aplainadas degradadas, domínio de morros e serras baixas, domínio de colinas dissecadas e morros baixos, domínio de colina ampla e suave, domínio montanhoso, Inselberg e planície flúvio-lacustre. Diante disso, o mapeamento geomorfológico serviu como um método de análise do relevo, contribuindo para o conhecimento das diversas formas de relevo existentes no município de Massapê/CE</p> 2024-01-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 VANESSA CAMPOS ALVES, BRUNA LIMA CARVALHO, NAYANE BARROS SOUSA FERNANDES, JOSÉ FALCÃO SOBRINHO //williammorrisdavis.uvanet.br/index.php/revistageomorfologia/article/view/257 CONDITIONING FACTORS AND PROCESSES THAT PROMOTE THE RETREAT OF SEA CLIFFS ON THE SOUTH COAST OF THE STATE OF BAHIA, BRAZIL / FATORES CONDICIONANTES E PROCESSOS QUE PROMOVEM O RECUO DAS FALÉSIAS NO LITORAL SUL DO ESTADO DA BAHIA, BRASIL 2023-12-05T20:40:22-03:00 CARLOS CÉSAR UCHOA DE LIMA uchoa@uefs.br RUBSON PINHEIRO MAIA williammorrisdavis@uvanet.br <p>Este trabalho objetiva identificar os fatores que condicionam a erosão das falésias no litoral sul do Estado da Bahia. Durante os trabalhos de campo foram descritos os aspectos litológicos e estruturais, tais como, falhas e juntas, grau de laterização e diagênese, e aspectos geomorfológicos como declividade e níveis de dissecação. Ficou constatado que a friabilidade das rochas e a frequência de fraquezas estruturais são os principais fatores condicionantes de erosão. Em contrapartida, o grau de cimentação por sílica e por óxido de Fe de algumas litofácies promovem maior resistência, originando tômbolos e terraços de abrasão. Esses fatores, associados com as elevadas taxas de precipitação, a ação das ondas durante as marés altas e praias estreitas, sem a presença de bermas, determinam a dinâmica erosiva nas falésias, que ocorrem comumente por queda de blocos e por deslizamentos de terra.</p> 2023-12-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 CARLOS CÉSAR UCHOA DE LIMA, RUBSON PINHEIRO MAIA //williammorrisdavis.uvanet.br/index.php/revistageomorfologia/article/view/265 IMPACTS OF THE INSTALLATION OF THE JOAQUIM MENDES DE OLIVEIRA DAM - UPPER COURSE OF THE CANINDÉ RIVER - STATE OF PIAUÍ: AN ANALYSIS FROM THE GTP / IMPACTOS DA INSTALAÇÃO DA BARRAGEM JOAQUIM MENDES DE OLIVEIRA - ALTO CURSO DO RIO CANINDÉ - ESTADO DO PIAUÍ 2024-01-02T11:42:50-03:00 BRUCILY VIEIRA DE CARVALHO brucilycarvalho@gmail.com CLÁUDIA MARIA SABÓIA DE AQUINO signus@ufpi.edu.br SIMONE CARDOSO RIBEIRO simone.ribeiro@urca.br <p>Esse artigo tem como proposta investigar, por meio do estudo integrado da paisagem apoiada na dinâmica das relações entre a sociedade e a natureza um estudo voltado a área da barragem Joaquim Mendes de Oliveira, especificamente com a população ribeirinha residente de cinco localidades que utilizam dos recuros hídricos provenientes da barragem para atividades de agricultura e psicultura localizados no município de Conceição do Canindé no Estado do Piauí-Brasil. Através dessa abordagem integrada foram analisados os impactos positivos e negativos, sócioeconômicos e socioambientais da instalação da barragem para a região, para as populações locais através da percepção pelos habitantes do entorno, subsidiado pelo estudo através do referencial teórico metodológico desenvolvido por Claude e Georges Bertrand, o GTP (Geossistema - Território – Paisagem). O estudo se desenvolveu com base na aplicação e posterior coleta em média de cem questionários para os moradores das comunidades cidtadas do entorno da barragem, do rio Canindé, que viabilizou delinear a percepção e a sensibilização dessas comunidades em relação ao contexto das alterações ocorridas na paisagem regional após a intalação da barragem por meio das distintas leituras do espaço geográfico realizadas através do método GTP.</p> 2024-01-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 BRUCILY VIEIRA DE CARVALHO, CLÁUDIA MARIA SABÓIA DE AQUINO, SIMONE CARDOSO RIBEIRO //williammorrisdavis.uvanet.br/index.php/revistageomorfologia/article/view/263 CARTOGRAPHY OF “GUINE” AS A GEOGRAPHIC SPACE OF WEST AFRICA / CARTOGRAFIA DA “GUINÉ” COMO ESPAÇO GEOGRÁFICO DA ÁFRICA OCIDENTAL 2024-01-02T10:44:10-03:00 IDRISSA DJOLÓ drissadjolo@yahoo.com.br EDSON VICENTE DA SILVA cacau@ufc.br MARIA RITA VIDAL ritavidal@unifesspa.edu.br <p>O presente artigo apresenta discussões sobre as regiões geográficas designadas pela “Guiné”, “Grande Guiné” e pela “Guiné do Cabo Verde” no espaço geográfico localizado na Costa Ocidental Africana. Este artigo tem como o objetivo caracterizar o contexto histórico-cartográfico no espaço geográfico da África Ocidental, destacando a cartografia da “Guiné” e da região geográfica designada pela “Antiga Guiné. A metodologia foi baseada na Pesquisa bibliográfica e na topografia georreferenciada. As discussões evidenciam a necessidade de compreender as caraterísticas histórico-cartográficas da “Guiné”, “Grande Guiné” e pela “Guiné do Cabo Verde” no espaço geográfico da África Ocidental. Este estudo permitiu caracterizar o contexto histórico-cartográfico nos espaços geográficos da África Ocidental, e destacou que a cartografia da Antiga Guiné possibilitou acessos a novos territórios, expansão colonial e exploração dos espaços geográficos da “Guiné”, da Grande Guiné e também da Guiné do Cabo Verde. O mesmo considera que a Cartografia Pré-colonial da “Guiné” era arbitrária, pró colonial, expansionista e exploradora.</p> 2024-01-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 IDRISSA DJOLÓ, EDSON VICENTE DA SILVA, MARIA RITA VIDAL //williammorrisdavis.uvanet.br/index.php/revistageomorfologia/article/view/258 THE DIDACTO-SCIENTIFIC AND GEOMORPHOLOGICAL POTENTIAL OF THE SERRA DA CHENGA UKUMA ANGOLA GEOLOGICAL FAULT / O POTENCIAL DIDÁTICO-CIENTÍFICO E GEOMORFOLÓGICO DA FALHA GEOLÓGICA DA SERRA DA CHENGA UKUMA ANGOLA 2023-12-05T21:53:07-03:00 EUGÉNIO CALEI LUCAMBA caleieugenio@hotmail.com <p>A presente pesquisa trata sobre o potencial didactico-cientifico e geomorfológico da falha geológica da serra da chenga-ukuma, cujo objetivo é apresentar o potencial desta falha do ponto de vista didático-cientifico no ensino da Geografia, sobretudo no contexto da relação teoria-prática, uma vez que está paisagem pode servir de um espaço de comprovação dos conhecimentos teóricos. Os livros didáticos de Geografia abordam sobre a Tectônica Global, mas, tem se verificado grandes dificuldades no momento da contextualização ou identificação de locais que podem ser utilizados como referência para aulas práticas de observação ou comprovação destes conhecimentos. Para se chegar a conclusão que a referida paisagem se trata de uma falha tectônica, foi aplicada a metodologia proposta pelo geomorfologo William Moris Davis sobre a observação e ordenação das características das formas de relevo, e um trabalho de campo que serviu para identificar a referida falha, com base num guia de observação. Assim, esta pesquisa visa concorrer para a melhoria dos livros didáticos de Geografia, sobretudo na contextualização das temáticas sobre falhas tectônicas e sua importância na concepção científica do mundo.</p> 2023-12-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 EUGÉNIO CALEI LUCAMBA //williammorrisdavis.uvanet.br/index.php/revistageomorfologia/article/view/266 URBAN GEOMORPHOLOGY AS A SUBSIDY FOR TERRITORIAL PLANNING IN THE MUNICIPALITY OF OIAPOQUE-AP: THE CASE OF THE PLANALTO AND NOVA UNIÃO NEIGHBORHOODS / A GEOMORFOLOGIA URBANA COMO SUBSÍDIO PARA O PLANEJAMENTO TERRITORIAL NO MUNICÍPIO DE OIAPOQUE-AP: O CASO 2024-01-02T11:49:13-03:00 MAYARA JANICE MARTINS mayarajanice2010@outlook.com JOSÉ MAURO PALHARES jmpalhares@gmail.com ALEXANDRE LUIZ RAUBER rauber@unifap.br <p>Este artigo teve o propósito de demonstrar a relação entre a expansão territorial urbana e a ocupação e apropriação do relevo em áreas urbanas. Para tanto foi analisado a expansão urbana da cidade de Oiapoque no âmbito do processo de esculturação dos compartimentos geomorfológicos. Desta forma a pesquisa enfocou algumas implicações decorrentes da dinâmica da sociedade e da natureza no processo de produção do espaço urbano de Oiapoque nos bairros Planalto e Nova União no período de 1990 a 2022. A pesquisa constou de revisão bibliográfica, resgate histórico do processo de expansão territorial da cidade, análise da geomorfologia local e a realização de trabalho de campo. Como resultado foram diagnosticados alguns impactos ambientais no perímetro urbano de Oiapoque mais especificamente nos bairros Planalto e Nova União, destacando-se a erosão acelerada, inundações e movimentos de massa induzidos. Assim faz-se necessário pensar um planejamento que leve em consideração o crescimento urbano, as facilidades e os riscos naturais, destacando a importância da geomorfologia no planejamento ambiental urbano.</p> 2024-01-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 MAYARA JANICE MARTINS, JOSÉ MAURO PALHARES, ALEXANDRE LUIZ RAUBER //williammorrisdavis.uvanet.br/index.php/revistageomorfologia/article/view/243 GEOMORPHOLOGICAL CLASSIFICATION OF RIVERS IN ENVIRONMENTS MODIFIED AND CONTROLLED BY HUMAN ACTIVITIES: THE CASE OF THE PIRAÍ RIVER (RJ) /CLASSIFICAÇÃO DE RIOS EM AMBIENTES MODIFICADOS E CONTROLADOS POR ATIVIDADES HUMANAS: O CASO DO RIO PIRAÍ (RJ) 2023-09-03T12:14:23-03:00 GIOVANNA DA SILVA RAMOS gr.giovannaramos@gmail.com MÔNICA DOS SANTOS MARÇAL monicamarcal@igeo.ufrj.br GUSTAVO KISS PINHEIRO CABRAL gustavocabral@ufrj.br <p>As principais bacias hidrográficas do Brasil apresentam intervenções que impõem modificações e têm chamado atenção à necessidade da Geomorfologia de compreender o papel desempenhado pelas alterações ocorridas nos sistemas fluviais e considerar como um de seus controladores primários. A metodologia dos Estilos Fluviais permite a adaptação da classificação de rios para compreensão de elementos artificiais incorporados nos canais fluviais. A bacia do Rio Piraí está localizada na porção oeste do estado do Rio de Janeiro e compõe o Sistema Guandu, apresentando diferentes obras hidráulicas. O trabalho foi construído em três etapas: Delimitação da Bacia, levantamento das obras hidráulicas e classificação dos estilos fluviais. Identificou-se seis estilos fluviais, dos quais os três últimos são diretamente controlados pelas obras hidráulicas que impõem modificações na morfologia do canal.</p> 2023-12-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 GIOVANNA DA SILVA RAMOS, MÔNICA DOS SANTOS MARÇAL, GUSTAVO KISS PINHEIRO CABRAL //williammorrisdavis.uvanet.br/index.php/revistageomorfologia/article/view/244 GEOMORPHOLOGICAL HERITAGE, RISK, AND VULNERABILITY: AN ANALYSIS THROUGH BIBLIOMETRY / PATRIMÔNIO GEOMORFOLÓGICO, RISCO E VULNERABILIDADE: ANÁLISE POR MEIO DE BIBLIOMETRIA 2023-09-03T18:16:03-03:00 SUEDIO ALVES MEIRA suedio.meira@ufpi.edu.br RAUL REIS AMORIM raulreis@unicamp.br <p>O presente estudo busca compreender como se manifesta as relações conceituais e metodológicas entre os campos do patrimônio geomorfológico e os da vulnerabilidade e do risco, entendendo a importância desses para a gestão do espaço. Foi realizada uma análise bibliométrica no banco de dados Scopus utilizando a interação entre os termos “<em>Geomorphological Heritage</em>” e “<em>Geomorphosites</em>” com “<em>Vulnerability</em>” e “<em>Risk</em>”. Também foi efetivada a análise de conteúdo dos estudos com mais de dez citações e com acesso livre. Foram levantados 58 artigos e analisados 25 trabalhos. A apreciação do conteúdo demonstrou o uso superficial dos termos vulnerabilidade e risco, bem como a ausência de uma abordagem socioambiental. Ambos os termos são utilizados de forma generalista e como sinônimos de fragilidade e/ou susceptibilidade a degradação.&nbsp;</p> 2023-12-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 SUEDIO ALVES MEIRA, RAUL REIS AMORIM //williammorrisdavis.uvanet.br/index.php/revistageomorfologia/article/view/242 EROSIVE PROCESSES IN BURACO FUNDO’s GULLY, MIDWEST OF (RS) / PROCESSOS EROSIVOS NA VOÇOROCA DO BURACO FUNDO, CENTRO-OESTE DO RS 2023-08-26T20:09:34-03:00 GIORGE GABRIEL SCHNORR giorgeschnorr@gmail.com ANDERSON AUGUSTO VOLPATO SCCOTI asccoti2@gmail.com <p>Entre as formas decorrentes de erosão, a voçoroca é a qual possui os maiores impactos e destruição. O presente trabalho objetiva identificar e mapear os processos erosivos acelerados na voçoroca do Buraco Fundo, Centro-Oeste do Rio Grande do Sul. Para isso, organizou-se o trabalho partindo de uma visão sistêmica e um banco de dados georreferenciado foi elaborado com base em trabalhos de campo e bases cartográficas. O processo referido se desenvolve principalmente em um espesso manto de materiais alterados e inconsolidados, cuja estrutura e textura resultam em processos de solapamento de bordas, caracterizada como erosão remontante, tendo a intervenção antrópica como condicionante dos processos. A proposição deixada é o isolamento da área da voçoroca, principalmente onde há a sua reativação, por meio das alterações do uso da terra e práticas não efetivas de controle.</p> 2023-12-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 GIORGE GABRIEL SCHNORR, Anderson Augusto Volpato Sccoti //williammorrisdavis.uvanet.br/index.php/revistageomorfologia/article/view/252 Aziz Nacib Ab'Sáber 2023-12-05T17:48:17-03:00 Revista Geomorfologia revistas@edu.uvanet.br <p>Foi professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) de 1993 a 1995, Ab'Sáber foi um dos mais importantes estudiosos da Geomorfologia brasileira</p> 2023-12-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 Revista Geomorfologia //williammorrisdavis.uvanet.br/index.php/revistageomorfologia/article/view/255 Margarida Maria Penteado Orellana 2023-12-05T17:56:46-03:00 Revista Geomorfologia revistas@edu.uvanet.br <p>Pesquisadora do IBGE, autora de uma das mais importantes obras da Geomorfologia brasileira: Fundamentos de Geomorfologia. No prefácio da primeira edição, 1973, a autora coloca ”Destinado a estudantes de Agronomia da ESALQ, uma das unidades universitárias pioneiras em colocar a Geomorfologia como pré-requisito para as disciplinas de Edafologia, o presente livro se dedica, também, a alunos de Licenciatura em geografia, geologia e disciplinas afins como ecologia, ou outras ciências da Terra”.&nbsp;&nbsp;</p> 2023-12-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 Revista Geomorfologia //williammorrisdavis.uvanet.br/index.php/revistageomorfologia/article/view/253 Antonio Christofoletti 2023-12-05T17:53:29-03:00 Revista Geomorfologia revistas@edu.uvanet.br <p>Professor adjunto da UNESP de Rio Claro, em 1979. Em maio de 1968 obtém o título de doutor defendendo a tese "O Fenômeno Morfogenético no Município de&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Campinas">Campinas</a>&nbsp;(SP)" sob orientação do Prof. Dr. João Dias da Silveira na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Rio Claro, hoje&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/UNESP">UNESP</a>&nbsp;– Campus de Rio Claro. O seu legado persiste em contribuir na academia.</p> 2023-12-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 Revista Geomorfologia //williammorrisdavis.uvanet.br/index.php/revistageomorfologia/article/view/254 Aroldo de Azevedo 2023-12-05T17:55:49-03:00 Revista Geomorfologia revistas@edu.uvanet.br <p>Aroldo de Azevedo licenciou-se em&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Geografia">Geografia</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria">História</a>&nbsp;pela&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Faculdade_de_Filosofia,_Letras_e_Ci%C3%AAncias_Humanas_da_Universidade_de_S%C3%A3o_Paulo">Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras</a>&nbsp;da&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_S%C3%A3o_Paulo">Universidade de São Paulo</a>&nbsp;(USP), tendo sido também um dos primeiros professores de&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Geografia">geografia</a>&nbsp;daquela universidade. Várias as contribuições de seu conhecimento em geomorfologia inseridas nos livros didáticos.</p> 2023-12-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 Revista Geomorfologia //williammorrisdavis.uvanet.br/index.php/revistageomorfologia/article/view/256 EDITORAL 2023-12-05T18:21:43-03:00 Revista Geomorfologia revistas@edu.uvanet.br <p>Estimados pesquisadores, leitores e admiradores da William Morris Davis – Revista de Geomorfologia, comunicamos que a equipe editorial foi modificada, estando atualmente sob as coordenações do Prof. Dr. Ernane Cortez Lima (Editor-Chefe) e do Prof. Dr. José Falcão Sobrinho (Editor-Adjunto).</p> <p>A revista continua com o seu fluxo normal e recebendo artigos por meio do <em>link</em> <a href="https://williammorrisdavis.uvanet.br/index.php/revistageomorfologia">https://williammorrisdavis.uvanet.br/index.php/revistageomorfologia</a>.</p> <p>Aproveitamos para comunicar que nos alegramos pelo fato de a William Morris Davis, (Qualis B1) ter se consolidado junto à comunidade acadêmica!</p> <p>A William Morris Davis surgiu, fortaleceu-se e somou-se à Revista da Casa da Geografia de Sobral (Qualis A2), ambas do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (PROPGEO-UVA) e frutos do trabalho de um grupo acadêmico, no contexto de uma instituição pública.</p> <p>No PROPGEO-UVA, as ideias surgem e são postas no coletivo, transformando-se em projeto de curso. É assim, em todos os Programas de Pós-Graduação que são de natureza pública. É desta forma, que a ciência geográfica brasileira vem propagando o seu conhecimento por meio dos mais diversos periódicos associados aos seus programas de pós-graduação no país. Esse é o caminhar democrático e não personalista que fortalece e legitima academicamente a projeção do saber científico.</p> <p>De certo, agradecemos aos editores antecessores, que sempre foram atenciosos ao fazer o que lhes competem quando assumiram o compromisso editorial.</p> <p>Nós, atuais editores da WMD, agradecemos também, o inestimável apoio do colegiado do PROPGEO/UVA, que sempre aprova a destinação de parte da verba do programa à manutenção administrativa, técnica e acadêmica de seus periódicos, custeando as despesas de pessoal técnico, traduções e dos registros de DOI (sigla em inglês de Identificador de Objeto Digital). Assim como, somos gratos à gestão da UVA, que acomoda a WMD em seu sítio oficial, dando-lhe credencial institucional e disponibilizando-lhe a assistência do Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI).</p> <p>A William Morris Davis – Revista de Geomorfologia, nasceu e se mantem no âmbito de uma Instituição pública estadual e, por isso, possui caráter gratuito e coletivo e função social voltada à divulgação científica de acesso aberto à comunidade.&nbsp;</p> <p>Como bem público e sendo mantida pelos impostos da sociedade brasileira direcionados à ciência e à educação, a WMD, é da e para a sociedade em geral.</p> <p>Obrigado pela confiança em optar pela WMD como fonte de conhecimento/referências bibliográficas e divulgadora de seus artigos, em sua maioria, também oriundos de pesquisas desenvolvidas em instituições públicas de ensino e pesquisa.</p> 2023-12-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 Revista Geomorfologia